A Catedral de Regensburg

Regensburg é uma cidade da Baviera, cuja importância já remonta a diversos séculos atrás, tendo mesmo sido entre  530 e a primeira metade do século XIII, capital da Baviera. A sua extensa história remonta à antiguidade, tendo se tornado em 179 uma forte base militar (Castra Regina), construída em pedra. Aqui podem encontrar pormenores acerca da história da cidade.

O seu grande centro medieval é Património Mundial da UNESCO.

A cidade dista da actual capital da Baviera, Munique, cerca de 126 km a nordeste. Está localizada na confluência dos rios Danúbio e Regen, em um dos pontos mais a norte do Danúbio.

Fraccao de Mapa da Baviera com Munique e Regensburg

No site de turismo da cidade existe uma brochura em inglês com os aspectos mais relevantes e atractivos da cidade, e que inclui o sempre imprescindível mapa, para quem decida visitar a cidade. Para acederem à mesma, podem clicar directamente aqui.

Um dos primeiros locais que visitei na cidade, e sobre o qual se trata este artigo, foi a sua imponente Catedral, cujas torres se podem avistar à distancia, sensivelmente de qualquer ponto do centro da cidade.

“A Catedral de Regensburg (de S. Pedro) foi construída em 1300 no local onde já tinham sido edificadas as catedrais anteriores. Trata-se do melhor edifício gótico na Baviera. o seu exterior harmonioso, vivo com interessantes esculturas medievais, foi recentemente totalmente limpo. No interior existem ainda mais esculturas, juntamente com uma extensa colecção de vitrais medievais.

Regensburg - Catedral - exterior

O primeiro registo de uma catedral em Regensburg data de cerca de 700 dC,  e a diocese de Regensburg foi oficialmente estabelecida por São Bonifácio em 739. No final dos anos 700s ou início dos 800s, uma catedral carolíngia substituiu o edifício original. No início do século XI, a catedral foi estendida para oeste, em estilo românico, incluindo um átrio e torres gémeas a oeste.

Depois de mais de um fogo prejudicial no século XII, uma nova catedral foi planeada no alto estilo gótico. Começou logo após 1260,  e foi construída sobre o local da sua antecessora românica incorporando parte da estrutura anterior. O primeiro altar foi consagrado em 1276, provavelmente no coro sul. Por volta de 1320, os altares na extremidade leste estavam suficientemente completos para consagração e uso litúrgico.

A torre sul foi construída entre 1341 e 1380. Depois de algumas casas e uma igreja serem destruídas para dar lugar à torre norte e a fachada oeste, estas  foram construídas (1385-1487). O portal principal foi feito em 1410 e, finalmente, a nave foi coberta em 1442. Construção parou sem que a catedral tenha sido concluída, por volta de 1520. Os claustros, no entanto, foram construídos entre 1514 e 1538.

A catedral recebeu a habitual reforma barroca em 1613-1649, que consistiu principalmente de móveis novos e a adição de uma cúpula sobre o cruzeiro.

Meados do século XIX foi um período agitado de trabalhos de construção na Catedral. Primeiro, o rei Ludwig I ordenou uma restauração geral e uma reversão das adições barrocas em 1828-41, que incluiu a substituição da cúpula barroca, por uma abobada em estilo gótico com nervuras. Em 1859-69 o gablete transepto e a torre do cruzeiro foram adicionados, e finalmente a catedral foi concluída.

Regensburg - Catedral - interior

Regensburg - Catedral - interior - pormenores dos vitrais

No século XX decorreram algumas escavações arqueológicas na nave, durante as quais foi adicionada uma cripta funerária para os bispos (1984-85). O altar da capela Sailer foi dedicado em 2004 como um local de serviços e de oração privada.” (extracto de texto traduzido, adaptado e retirado daqui. No texto é feita igualmente uma descrição do mais relevante a ver quer no exterior quer no interior da catedral)

Pela cidade…

A temporada 2012-2013 da Bayerische Staatsoper (espaço por excelência para assistir a operas, Ballets e concertos de orquestra), em Munique começou a 21 de Setembro de 2012, e talvez por isso este artigo esteja deslocado no tempo, mas ainda assim publico-o hoje…

Em geral a oferta disponibilizada em espaços como o da Bayerische Staatsoper é associada a um publico selecto e de classe média e alta, apesar de não haver uma tendência explicita de discriminação. Mas é um facto que nem todas as pessoas são apreciadoras desse tipo de espectáculo, e os preços dos ingressos não são em geral muito acessíveis (existem bilhetes acessíveis, mas a sua localização na sala de espectáculos, pode não permitir ver ou ouvir bem, por exemplo).

A actual temporada no entanto tem um tema bastante interessante: “Vox Populi”, ou seja voz do povo.

Bayerische Staatsoper - Temporada 2012-2013 - Vox Populi Premieres

Quando vi os primeiros cartazes anunciando a temporada, os mesmos despertaram-me de imediato atenção, pela inesperada explosão de cores e o género de ilustração que possuíam.

Confesso que associei de imediato ao tipo de arte que aprecio tanto do Romero Britto, mesmo consciente que não deveria ser ele o autor de tais verdadeiras obras de arte. Indiscutivelmente estava na presença de Pop Art, mas desconhecia quem era responsável pela mesma.

Bayerische Staatsoper - Anuncio da Temporada 2012-2013 - Vox Populi

A enorme curiosidade fez-me tentar descobrir quem eram afinal os autores dos cartazes coloridos desta temporada. Eis o que descobri:

“Os cartazes para a actual temporada da Bayerische Staatsoper foram projectados pelo  Bureau Mirko Borsche juntamente com o duo de ilustradores Craig & Karl.

A Bayerische Staatsoper está actualmente na temporada 2012/13 voltada para Galeria Pop Art, graças aos cartazes que o Bureau Mirko Borsche projectou. A temporada no ano Verdi está sob o tema geral “Vox Populi”, a voz do povo. Mirko Borsche e sua equipe visualizou a ideia de populismo no estilo de arte que, como não há outro apela para o público de massa, com produtos típicos da Pop Art

O Bureau Mirko Borsche no início de 2012 em conjunto com a Opera decidiu que ilustradores deviam ser contratados para projectar os novos cartazes, tendo a escolha recaído sobre a dupla Craig & Karl. Craig Redman trabalha em Nova York, e Karl Maier em Londres, e juntos já realizaram um trabalho colorido para clientes como Google, Nike, Apple, Vogue e The New York Times. A Bayerische Staatsoper acrescentou algumas  séries de cartazes para despertar mais atenção sobre a ópera, no horizonte de Munique.

A campanha da temporada abrange tanto o cartaz de estreia da temporada quanto os cartazes, cujos motivos individuais, reflectem os aspectos mais inusitados das diferentes peças.

Bayerische Staatsoper - Temporada 2012-2013 - Série Opera

Bayerische Staatsoper - Temporada 2012-2013 - Festival de Opera

Alem disso também fizeram os cartazes de Orquestra da Bayerischen Staatsorchesters. “Em contraste, em vez dos motivos concretos nos cartazes de estreia, prosseguimos o conceito nos cartazes da orquestra para visualizar ritmos e composições musicais utilizando formas abstractas e padrões.” Explica Mirko Borsche.

Bayerische Staatsoper - Temporada 2012-2013 - Série Orquestra

Outros elementos são o “cartaz Vox Populi” o tema principal da temporada, indicando um folheto do festival e as bandeiras que estão ligados ao Teatro Nacional de Munique.” (texto informativo de Anna Weilbergtraduzido e retirado daqui, imagens dos cartazes retiradas do mesmo artigo ou do site dos ilustradores Craig & Karl)

Bayerische Staatsoper - Temporada 2012-2013 - Cartaz Vox Populi

Posso testemunhar, os cartazes andam mesmo espalhados pela cidade e destacam-se pelo seu colorido e originalidade…

Bayerische Staatsoper - Cartazes por Munique

Uma descoberta no centro de Munique…

Da ultima vez que fui ao centro histórico da cidade de Munique, apesar do tempo continuar típico de Inverno em Abril, não faltavam imensas pessoas às compras ou nitidamente em turismo.

Decididamente Munique é uma daquelas cidades turísticas 365 dias ao ano, e só não digo que é um paraíso para shopping, dada a oferta diversificada que possui, durante o mesmo período de tempo, pois as lojas estão fechadas ao domingos e feriados.

E é justamente de shopping, de um artigo muito específico que se trata este artigo.

Em uma das muitas sapatarias no centro da cidade, encontrei na montra uns sapatos com um design deveras original, e não resisti a fotografa-los. Devo admitir que na montra dessa loja eram dos sapatos mais acessíveis…e custavam a módica quantia de 200€.

Tratam-se dos sapatos de Julian Hakes, um arquitecto de Londres, que criou o design de uns sapatos de senhora os “Mojito Shoes”, que foi galardoado com o prémio Drapers para “Melhor design de calçado do ano 2012″.

Os sapatos são elegantes, e supostamente leves e confortáveis, mas admito que não os experimentei.

Estas são as imagens dos referidos sapatos, na montra da sapataria…

Julian Hakes - Mojito Shoes

Esta é a entrevista que encontrei no YouTube na qual o arquitecto Julian Hakes fala sobre a sua criação.

Curiosidade: A adopção do nome Mojito deve-se à semelhança com a forma da casca da lima que é colocada num mojito.

No site da Cloggs.eu é possível adquirir estes sapatos online, dispondo de uma grande diversidade de cores disponíveis, sem custos de envio adicionais.

Bled…

Eis chegado o dia do fim das férias, mas em vez da viagem se resumir a percorrer os cerca de 415 km entre Ljubljana e Munique, o mais depressa possível para reencontrar o lar, fez-se um desejável e esperado pequeno desvio no percurso, com um objectivo muito definido, conhecer Bled. 

Bled - réplica

Reconheço que apesar de ter sido bastante agradável desfrutar de uma paisagem tão idílica o tempo despendido foi manifestamente insuficiente, mas isso é o que normalmente acontece quando se gosta dos lugares que se visita e não se quer sair de lá.

Viagem de regresso entre Ljubljana Bled e Munique

Bled, é uma cidade alpina no norte da Eslovénia, e predominantemente uma estância turística com o seu lago e ilha.

“Com imensa beleza natural, Bled, juntamente com os seus arredores, está entre as mais belas estâncias alpinas, conhecida pelo suave, clima curativo e lago com agua termal. A beleza das montanhas reflectidas no lago, o sol, a serenidade e o ar fresco despertam sentimentos agradáveis ​​no número de visitantes durante todo o ano, garantindo uma base ideal, uma pausa relaxante ou umas férias activas. Bled atrai empresários, artistas, atletas, exploradores, entusiastas do desporto, velhos e jovens, de todo o mundo, encantando-os a voltar de novo e de novo.” (descrição retirada deste site da região e traduzida)

Bled - lago e ilha

O lago foi formado após a recessão do glaciar Bohinj. Possui até 2.120 m de comprimento e até 1380 m de largura, e a sua profundidade máxima é de 30,6 m. É de origem tectónica. Depois da última Idade do Gelo, o glaciar Bohinj aprofundou a cavidade tectónica natural, e deu origem à sua forma actual. A bacia foi cheia de  água, resultado do gelo que derretia. O lago não tem grandes afluentes naturais sendo alimentado apenas por poucas nascentes.

A ilha de Bled é a única verdadeira ilha da Eslovénia. Nesta encontra-se a Igreja da Assumpção, mas o meu tempo disponível em Bled não me permitiu visita-la. É possível chegar à ilha, através de um barco especial com um tecto, chamado Pletna. Este barco, conduzido por um remador com dois remos, é conhecido apenas em Bled. Também é possível alugar barcos mais pequenos à hora e remar até à ilha por esse meio.

O Castelo de Bled, é um castelo medieval construído num precipício sobre a cidade de Bled e com vista sobre o lago. Segundo fontes escritas, é o castelo mais antigo da Eslovénia.

Bled - Castelo

“A igreja paroquial de Bled, é uma igreja neo-gótica consagrada a S. Martinho. Foi construída em 1905 no local de uma igreja gótica prévia que datava do século XV, que por sua vez foi erguida no local da primeira capela que foi construída nesse mesmo local antes do ano 1000. A nova igreja foi construída segundo os planos do Prof. Friedrich von Schmidt (arquitecto da câmara municipal de Viena) que foram depois alterados pelo arquitecto Josip Vancaš.

A maioria das esculturas no interior da igreja foram feitas pelo especialista de restauro Ivan Vurnik de Radovljica usando o melhor mármore de Carrara”. (texto retirado e traduzido daqui)

Bled - Igreja paroquial

Termino este artigo, e a viagem à Eslovénia, com uma imagem panorâmica de Bled.

Bled - panoramica

Castelo de Duino…

Depois do Castelo de Miramare, ainda tive oportunidade de visitar um outro castelo em Trieste, o Castelo de Duino, este propriedade dos príncipes alemães da família Thurn e Taxis.

O mapa seguinte ajuda a ilustrar a propriedade e sua loaclizacao. Foi retirado do site oficial da região italiana de Friul-Veneza-Julia.

Neste é possível obter informações úteis e detalhadas sobre o castelo de Duino, inclusivé, lendas associadas ao mesmo. O mapa refere-se concretamente a um artigo sobre a reserva Duino.

“O Castelo foi erguido durante os anos 1300 nas ruinas de um posto militar romano e durante o século XVII, começou a adquirir o estatuto de centro cultural e humanístico, que mantém até aos dias de hoje. Albergou conceituados visitantes como Elizabeth da Áustria (Sissi) o Arquiduque Francisco Fernando da Áustria, condes de Chambord, Johannn Strauss, Franz Listz, Hugo von Hofmannsthal, Gabriele d‘Annunzio, Paul Valery e o poeta hermita Rainer Maria Rilke que compôs as primeiras duas famosas Elegias de Duíno durante a sua estadia no castelo.

Trieste - Castelo Duino

O parque do castelo assenta em diferentes níveis com extensivas e coloridas cascatas de flores de muitos tipos que formam  splashes de cores na vegetação mediterrânica clássica. Existem igualmente muitas estátuas e um antigo poço com o brasão da família. Mais de 21000 flores são plantadas em períodos rotativos ao longo do ano.

Trieste - Parque do Castelo Duino

Durante a Segunda Guerra Mundial, o castelo foi usado pelos alemães que, em 1943, construiriam um bunker nas rochas junto ao castelo para defender a base naval perto de Sistiana de um possível ataque aliado. Depois da guerra, os britânicos usaram o bunker como um armazém de combustível. ” (texto traduzido e retirado daqui)

É possível visitar este bunker, o qual abriga um pequeno museu retratando esses tempos da II GM, mas eu não o fiz.

A paisagem avistada do castelo é deslumbrante e calmante…

Trieste - paisagem avistada do Castelo Duino

Castelo de Miramare

Outra das principais atracções de Trieste é o Castelo de Miramare, com uma localização privilegiada num alto penhasco acima do mar Adriático, no pico do promontório rochoso de Grignano no Golfo de Trieste, a cerca de 10 km da cidade em si.

Trieste - Castelo de Miramare - o golfo de Trieste no mar adriático

O Castelo Miramare está rodeado por um parque repleto de preciosas espécies  botânicas.

Este é o mapa do Parque de Miramare (com legendas em italiano).

O Castelo foi encomendado na segunda metade do século XIX pelo arquiduque Fernando Maximiliano de Habsburgo (Imperador do México) como uma residência para si e sua esposa, Carlota da Bélgica.

Trieste - Castelo de Miramare

O castelo oferece aos visitantes de hoje um exemplo de uma luxuosa residência aristocrática que tem preservado os seus móveis originais. No entanto a mim o que mais me surpreendeu foi em uma das salas encontrar um quadro com o retrato de D. Pedro II Imperador do Brasil, além do Rei Ludwig II da Baviera, e Napoleão III, Imperador de França, contemporâneos do arquiduque, entre outros. Como marinheiro por vários anos em Trieste, não é igualmente surpreendente que o arquiduque possua no castelo, um quadro com parte do mapa mundo e alguns navegadores.

Trieste - Castelo de Miramare - um pouco do interior

A história associada ao Castelo podem encontrar aqui.

O Parque de Miramare é extenso e com diversos focos de interesse, pelo que a compilação de imagens seguintes ilustra apenas um pouco do mesmo.

Trieste -Parque de Miramare

Informações úteis nomeadamente relacionadas com horários de abertura e custos de admissão  estão disponíveis nos links anteriores respectivos.

Catedral de Trieste

A Catedral de Trieste, é dedicada São Justus (San Giusto), um  cidadao de Aquileia, Trieste, que viveu nos tempos dos imperadores Diocleciano e Maximiano, martirizado e morto no ano 290 ou 303 .

“A catedral foi construída em 1300 sobre as ruínas de duas igrejas diferentes: uma basílica cristã com três naves do século V, que foi posteriormente destruída e sobre a qual uma igreja dedicada a Nossa Senhora da Assunção foi construída no século XI, e a Capela de São Justus. Transformada numa única basílica maior, com cinco naves – a central construída especificamente para unir os dois edifícios – as duas igrejas tornaram-se uma só: a Catedral de San Giusto. A fachada de empena é decorada com uma rosácea grande feita de pedra local e baixos-relevos da época romana. A grande torre do relógio e uma estátua do santo datada de 1337 sobressaem no exterior.

Trieste - Catedral de San Giusto - exterior

O interior é caracterizado por um telhado em forma de quilha de madeira e decorações de vários períodos, incluindo um mosaico inspirado pelos mosaicos bizantinos de Ravenna: o magnífico mosaico na capela de San Giusto, que data de 1200, no qual a figura de Cristo se destaca num fundo dourado.

Trieste - Catedral de San Giusto - interior

A Catedral é a guardiã da Cappella del Tesoro (a Capela do Tesouro), ciosamente protegida por um portão artístico de ferro forjado do século XVII. Itens preciosos são mantidos nela, incluindo a urna com a relíquia de San Giusto e a alabarda de São Sérgio, que se tornou o símbolo da cidade. Diz a lenda que ele milagrosamente caiu no Fórum da cidade a 08 de Outubro de 303, quando o soldado santo foi martirizado na Síria”. (texto traduzido e adaptado daqui)

Não muito longe da igreja encontra-se a fortaleza-museu do Castelo de San Giusto.

O Castelo de San Giusto foi construído em cerca de dois séculos. Construído em 1470, foi estendido pelos venezianos em 1509 e concluído em 1630, com os acréscimos de muralhas e paredes. O caminho nas muralhas fornece uma esplêndida vista sobre a cidade e o seu golfo.

Trieste -  Avistar o golfo

As muralhas Lalio albergam o Lapidário Tergestino, com 130 achados arqueológicos da época romana, incluindo monumentos funerários, baixos-relevos e vários fragmentos arquitectónicos.

Trieste - Castelo de San Giusto

O Museu da cidade do Castelo de San Giusto, encontra-se no interior do Castelo, no corpo central da fortaleza, ou Casa do Capitão, e alberga uma rica colecção de armas, uma parte do arsenal e do mobiliário, uma colecção de armas de fogo e baionetas agora de propriedade do escritor, José Caprin. No pátio do castelo no verão à noite, são realizadas performances teatrais, concertos e eventos culturais. (texto traduzido e adaptado daqui)

Os vestígios da época romana prevalecem no teatro romano que se encontra perto. “Nessa época, a linha de costa ficava na base da colina e esta recuou ao longo dos séculos. O teatro, ficava assim perto do mar e foi construído explorando a encosta para os terraços, dividido em quatro sectores por escadas radiais. O sítio foi restaurado para o seu estado actual no final da década de 1930, quando uma série de casas medievais que o rodeavam foram entretanto eliminadas. As dimensões do teatro são consideráveis: o diâmetro máximo é de 64 metros, enquanto os terraços têm 15 metros de altura e tem capacidade para cerca de 6.000 espectadores. Construído entre o 1 º e 2 º séculos segundo desejos de Tergeste’s Q. Petronius Modestus, Procurador de Estado do Imperador Trajano, o teatro caiu no esquecimento com o decréscimo gradual da importância da cidade. Posteriormente, foi redescoberto em 1814 por arqueólogos.” (texto traduzido e adaptado daqui)

Trieste - Teatro Romano