Sirmione – um castelo sobre o Lago

Das principais cidades costeiras do Lago Garda, a península de Sirmione foi a única que tive oportunidade de realmente visitar na verdadeira acepção da palavra.

Claro que o facto de ser uma das cidades mais próximas do Hotel onde fiquei, teve um contributo decisivo para que tal acontecesse, mas foi a imagem do seu castelo, apresentada na base do mapa que usei durante toda a viagem de circum-navegarão ao lago, que já me tinha deixado demasiado curiosa sobre o local onde o mesmo ficava.

Assim quando na recepção do Hotel me informaram que a imagem do castelo, que tanto tinha admirado, ficava em Sirmione (cidade muito próxima do Hotel), tudo se conjugou para que fosse possível visitar o local, mesmo no dia de regressar a casa (mas antes de se colocar o pé no acelerador).

Depois de deixar o Hotel, mas antes de chegar ao centro da cidade de Sirmione, fiz uma curta paragem pelo caminho para entrar numa loja de decoração  a Store Arredamenti Internazionali cujo par de cadeiras exteriores tinham despertado a minha atenção. Mas os elementos decorativos, por muito que gostasse de  alguns deles, as suas dimensões  invializavam a sua aquisição e transporte no automóvel.

Estas são o dito par de cadeiras que provocaram o pequeno desvio no percurso.

Depois de sanada a minha curiosidade nesta loja, o destino foi mesmo o centro da cidade de Sirmione.

O centro da cidade estava particularmente povoado de bicicletas e ciclistas, já que decorriam algumas provas de ciclismo. Apesar do percurso onde decorriam as provas estar devidamente delimitado, foi frequente cruzar-me com alguns ciclistas durante a visita à cidade.

O Castelo ou fortaleza Scaligero, do século XIII, é sem dúvida o ex-libris da cidade, mas todo o pitoresco centro histórico tem igualmente bastante charme.

O castelo construído como uma fortaleza rodeia toda a aldeia  pelas suas paredes e possui um exemplo raro da fortificação medieval do porto, que era usado pela frota de Scaligeri.

Outros dos atractivos da cidade são as Grutas de Catullus (zona arqueológica de um antigo palácio romano), a Igreja de Sta. Maria Maggiore e a pequena igreja de S. Pedro Mavino.

Uma curiosidade,  o nome Catullus atribuído à vila arqueológica deve-se a esta, supostamente, ter pertencido à família do poeta lírico romano Gaius Valerius Catullus (que terá vivido aproximadamente entre 84 a.c. e 54 a.c).

 

Umas bolas de gelado tipicamente italiano, à despedida, revelaram-se uma  excelente forma de dizer “Adeus” a estas férias em Itália.

 

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