München Residenz – não se trata de mais uma residência em Munique

Ao contrário de outros palácios e castelos da Baviera e mesmo de Munique, esta Residência localiza-se no centro do centro histórico de Munique.

A München Residenz serviu como assento do governo e residência dos duques da Baviera, eleitores e réis entre 1508 e 1518. O que começou em 1385 como um castelo no canto nordeste da cidade ( o Neuveste, ou nova cidadela) foi transformado ao longo dos séculos num palácio magnifico, e o seu edifício e jardins foram estendendo-se cada vez mais na cidade. (Aqui encontra a história e expansão dos edifícios da residência)

Ao adquirir o bilhete para visitar a Residência, é possível optar por bilhetes combinados que incluem também  as salas do Tesouro (Schatzkammer) e/ou o Teatro Cuvilliés. No entanto, atendendo ao horário de início da minha visita ser já depois das 15h, optar pelo bilhete que combinava também o Teatro, afigurou-se despropositado (seria inviável poder visita-lo enquanto permanece  aberto ao público (ultima entrada é às 17h) depois de visitar a Residencia e o Tesouro) .

Assim, o artigo de hoje incide sobre as salas do Tesouro.

Trata-se de um verdadeiro tesouro que deixaria qualquer pirata sem cabeça, perante a mera hipótese de vislumbrar estas salas reservadas e muito seguras da Residência.

Peças muito diversificadas compõem esta enorme colecção, que abrange  jóias, trabalhos de ourivesaria, cristais e objectos de marfim, resultado de uma ávida colecta ao longo dos séculos por parte dos governantes da Baviera.

E por falar em colecta… acho que neste caso a máxima, uma imagem vale mais que mil palavras se adequa na perfeição, pois melhor do que tentar, sem conseguir, descrever minuciosamente a riqueza e especificidades dos objectos que se encontram nestas salas, é melhor mostrar o resultado fotográfico da minha visita.

Espero que apreciem. As fotos estão dispostas de acordo com a ordem que “encontrei” as peças durante a exposição das mesmas.

São peças usadas para fins diversos e por individualidades com posições dispares, desde a nobreza e  clérigo, e culminando na realeza.

Peças que por mais tempo que fique a aprecia-las, parece sempre insuficiente para captar todos os seus pormenores.

Peças que espelham as vivências de várias épocas ao longo dos séculos, reflectindo as tendências e preferências em termos de “matérias primas” para criar peças tão extraordinárias.

Algumas peças, talvez revelem a excentricidade dos seus proprietários originais, mas outras mesmo nos tempos de hoje revelam uma capacidade vanguardista e criativa que me surpreendeu.

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