Teatro Nacional de Munique

Neste artigo já apresentei superficialmente o Teatro Nacional e a sua localização no centro da cidade de Munique.

O Teatro Nacional é a casa da Bayerisches Staatsopera (Opera do Estado da Baviera) e do Bayerisches Staatsballett (Ballet do Estado da Baviera).

O primeiro Teatro foi comissionado pelo Rei Maximilian I da Baviera e projectado por Karl von Fischer tendo o Odeon de Paris como referencia. O teatro abriu em 1818 com Die Weihe (A Santificação) de Ferdinand Fränzl, mas em 1823 foi destruído por um fogo. Foi de imediato reconstruido e reabriu em 1825. Este segundo Teatro, projectado por Leo von Klenze, incorporou características de arquitectura neogrega como se constata pelo seu pórtico e frontão triangular.

Em 1930 o edifício sofreu alterações para criar uma alargada área de palco com equipamento actualizado. No entanto, em Outubro de 1943, bombas durante a segunda guerra mundial destruíram-no. Baseado nos planos originais de Karl von Fischer, o arquitecto Gerhard Mority Grauber recreou o teatro original neo-clássico com 2100 lugares. O novo edifício é ligeiramente maior que o seu predecessor e apenas o foyer e escadaria principal reteve o seu aspecto original. Reabriu a 22 de Novembro com a opera de Richard Wagner, Die Meistersinger von Nürnberg (Os Mestres Cantores de Nuremberga).

Estas poucas fotos que possuo do interior do Teatro Nacional, foram tiradas quando o visitei pela primeira vez, para assistir ao Bailado A Bela Adormecida. Nunca esquecerei tal bailado quer pelo desempenho assombroso, quer pelos cenários, como pela riqueza dos figurinos. O facto do bailado ter sido acompanhado por uma orquestra que tocava ao vivo, conseguiu enriquecer ainda mais o todo já de si riquíssimo.


Não posso deixar, no entanto de referir, que assisti a este bailado verdadeiramente fantástico, com duas das pessoas mais fantásticas e importantes da minha vida, apesar de nenhuma delas ser de palmo e meio.

5 thoughts on “Teatro Nacional de Munique

  1. Tão lindo este Teatro. E que bom também ter visto o bailado. E recordar-se também do prazer da companhia.
    Beijinho

    • Adoro assistir aos Bailados neste Teatro. O Teatro é fantástico, sinto-me sempre transportada para outros tempos, e os bailados são sempre fenomenais nos mais diversos aspectos.
      A companhia certa consegue tornar um programa sublime em algo verdadeiramente perfeito, e no caso em particular que referi foi mesmo esse o caso.
      Beijinho e óptima semana

  2. Cara “Turista”!

    O “Teatro Nacional” que refere no seu artigo, bem como as fotos, realçam não só a imponência do edifício neoclássico, bem como o “glamour” do seu interior.

    É com saudade que guardo a lembrança, também, de um bailado que lá assisti, há alguns anos atrás!

    Mas, creia, que o meu coração também pulsa, porque recordo a pessoa que esteve a meu lado.

    Muito me cativou o desempenho do bailado, a riqueza e o colorido dos figurinos, dos cenários, os reflexos coloridos, quer no palco como na assistência.

    Lembro-me de na altura ter apreciado bastante alguns dos trajes típicos femininos da Baviera, muitos de enorme riqueza e cerimónia, usados por algumas das pessoas que assistiam ao bailado.

    Permita-me que lhe diga que Munique é uma das cidades europeias minhas preferidas.

    Sempre que leio artigos sobre o que conheci “in-locco”, não consigo calar a alegria interior que revivi e agradeço-lhe por isso.

    O meu muito obrigada!

    • Cara Executiva,
      Primeiro, fico sempre muito sensibilizada pelos seus comentários sempre tão gentis e de alguma forma motivadores.
      Depois fico bastante contente por te-la feito recordar momentos bastante agradáveis e em optima companhia passados em Munique.
      Terceiro, não conheço muitas cidades europeias, mas das que conheço, Munique é também uma das que me agrada mais e considerando diversos critérios.

      Finalmente, um muito obrigada, sempre, pelas suas visitas e comentários neste espaço, que só me pertence no momento em que escrevo os artigos, depois pertence a todos que os lêem.

  3. Pingback: Dallmayr – muito mais que uma luxuosa “délicatesse” « Turista Ocasional

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