Castelo Callenberg

Coburg é conhecida por possuir 4 Castelos e/ou Palácios, dos quais já mencionei dois, o Veste Coburg e o Palácio Ehrenburg, e o quarto não tive oportunidade de visitar, durante este passeio exploratório por Coburg.

O Palácio Callenberg foi o terceiro palácio visitado em /ou nas suas imediações.

O mapa seguinte identifica a localização de cada um desses palácios/castelos enquanto a seta vermelha indica a direcção a seguir para encontrar o quarto (Palácio Rosenau).

O Palácio Callenberg situa-se no topo de uma montanha da floresta Callenberg, com extensos percursos pedestres a passar por ele.

As reminiscências do castelo remontam a 1122 quando um determinado “Thiemo de Chalwinbech” é mencionado num documento. Existem registos desta família enobrecida ter residido em Callenberg até 1231, altura em que o ultimo enobrecido homem livre residente aqui vendeu o castelo ao príncipe-bispo de Wurzburg. No entanto no ano seguinte o castelo passou a pertencer ao Conde Poppo VII de Henneberg

Em 1313 o cavaleiro Hermann Hunt (Hund) von Sternberg adquiriu a “Fortaleza Callenberg” ao Conde Berthold VII de Henneberg e manteve-a como uma propriedade feudal.

Por devolução do castelo o Duque Johann Casimir de Saxe-Coburg em 1592, tornou-se proprietário do castelo após a morte do ultimo membro da família von Sternberg. Até  1825 o tesouro ducal e o Castelo Callenberg foram propriedade dos duques de Saxe- Meiningen. Foi apenas em 1826 que os duques de Coburg se tornaram de novo senhores deste castelo.

Em 1831  a reconstrução da area superior do castelo ficou concluída, com os planos de Carl Alexander de Heideloff. Em 1856/47 sob o reinado do duque Ernst II a parte inferior do castelo é alterada segundo o estilo neogótico. O arquitecto responsável por esses planos de reconstrução foi Georg Konrad Rothbart.

Este edifício com três alas tornou-se assim um exemplo significativo da arquitectura neogótica na Baviera.

Até 1945 o castelo foi a residência de verão dos duques de Coburgo.

Depois de extensivas obras de restauração, este palácio alberga desde 1998 a colecção ducal de tesouros de arte, com pecas preciosas de mobiliário, pinturas, porcelanas, artesanato tradicional, e uma selecção de armas que remontam a 4 séculos.

Este placar informativo com a planta da área, foi encontrado durante o percurso ascendente com vários lanços de escadas na floresta, entre o parque de estacionamento e o palácio.

Quando acabei o percurso ascendente para visitar este palácio, o mesmo já não se encontrava aberto ao publico pelo que só o pude vislumbrar do exterior.

Em uma das paredes exteriores do palácio é possível encontrar um brasão da Família Saxe-Coburg e Gotha.

O palácio tem nas suas imediações a floresta no meio da qual foi construído, pelo que foi possível avistar também este lado mais natural da paisagem com direito a apreciar os veados que parecem circular um tanto livremente nesta zona.

Também foi possível avistar ao longe o Veste Coburg por se encontrar igualmente num local sobranceiro da cidade.

Para obter mais informações acerca deste castelo e nomeadamente sobre horários de visita e preços dos bilhetes, consulte este site.

Anúncios

4 thoughts on “Castelo Callenberg

  1. Querida turista:
    Pena não ter conseguido visitar o interior do palácio. Sempre que conheço algum palácio, penso que são lindos para visitar mas não gostaria de lá viver. Tudo tem o seu tempo. E a nós cabe-nos construir o relativo ao nosso tempo, mas manter o que deve ser mantido.Gostei muito do quadro do post anterior. A dama tem mesmo um ar sedutor. Até um pouco perverso.
    Beijinhos e continuação de bons passeios (para nossa e sua sorte).

    • Bom dia!!!
      Sim, tive pena de não ter visitado o interior do palácio, mas foi mesmo uma consequência de só o ter conseguido visitar ao fim do dia…
      Concordo consigo, adoro visitar os palácios e imaginar os tempos em que eram habitados pelos seus moradores originais, um tempo em que jamais eu plebeia teria acesso a tais locais. Mas como disse não me consigo imaginar a viver naqueles locais, que são de outros tempos e que possuem as comodidades desses tempos, bastante menores que aquelas de que podemos usufruir hoje. E por outro lado num ambiente repleto de relíquias e preciosidades ninguém consegue viver naturalmente sem o permanente receio de partir ou estragar algo irreparável e insubstituível.
      Quanto à dama do quadro anterior, mal vi o cartaz publicitário fiquei “em pulgas” para saber um pouco mais acerca da obra que lá aparecia apenas uma parte.
      Beijinhos

  2. Um comentário a propósito de um castelo:) Mas mais ainda para lhe agradecer as coisas lindas que escreveu no meu blog. E para lhe dizer que a evocámos, durante o almoço. Por causa das fotografias de sapatos e assim. E pelas outras coisas que a Babette diz que temos em comum. Gosto muito de a ler nas suas deambulações de Turista Ocasional. Fazem com que a deambulação nos seja possível, também. Obrigada por isso. E pelas outras coisas todas que tentei dizer. Um beijo. Mar

    • Um comentário num artigo sobre um castelo, quando a sua mesa era digna de verdadeiras princesas e de outros membros da realeza.
      Fiquei sobretudo feliz pelo vosso almoço finalmente ter ocorrido, e no ambiente e circunstancias desejadas.
      Beijinho

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s