E se inesperadamente começar a chover?

Então a alternativa poderia ser visitar o labirinto subterrâneo do castelo de Buda em Budapeste. Poderia ser, porque pelo que o site anuncia, fechou permanentemente em 2011, apesar de não por vontade própria.

Ainda bem que, com a chuva decidi visita-lo antes de tal ter acontecido.

A sua porta de entrada fica na Úri utca 9, 1014 Budapeste, mas pelo atrás referido encontra-se permanentemente fechada, o que contrasta com o que acontecia anteriormente, em que era possível visitar o labirinto de dia ou de noite, 24 h por dia 7 dias por semana (com programa diurno ou nocturno).

Considerado uma das sete maravilhas do mundo subterrâneo, segundo o site Web Urbanist, afinal agora há listas de rankings para quase tudo, eu achei bastante interessante conhecer. O meu acompanhante de dois palmos ainda mais, pois para ele tratou-se de um jogo de descoberta, sempre a querer saber o que havia mais além.

O labirinto do Castelo de Buda não é um labirinto de túneis geometricamente simétricos. É antes uma combinação de túneis e câmaras esquadrinhados pela natureza e pelas vicissitudes da história, onde a sensação fundamental de percorrer os seus meandros  pode ser experimentada, e sobretudo descoberto o significado mais profundo de labirintos.

Eis uma planta/mapa deste Labirinto retirada do site oficial.

No local, tirei uma foto à planta exposta, pois não gosto nada da sensação de estar perdida. Assim, prefiro ter sempre um mapa comigo, quando ando à descoberta de um novo local e/ou cidade.

Depois da aquisição de bilhetes começa então a visita exploratória. Não faltam painéis  informativos e sinalização nas paredes ao longo do percurso, não vá o mais distraído se perder.

A primeira parte do labirinto corresponde ao Labirinto pré-histórico com réplicas de gravuras rupestres.

Também existem várias esculturas espalhadas pelo labirinto.

Bem como uma fonte que verte vinho tinto, mas que tal como acontece muitas vezes com as de agua, esta também é impropria para consumo.

Mais esculturas e inclusive uma cabeça enorme parcialmente submersa no chão, e um guarda a resguardar a sua câmara e corredor.

Um labirinto do outro mundo também faz parte do percurso (com objectos que relembram o quotidiano actual, como se estivessem fossilizados e apreciados por alguém que vem de um futuro distante).

E para terminar a visita, o labirinto da coragem, porque implica entrar numa sala completamente às escuras, sem saber o que está lá dentro, e andar literalmente às apalpadelas.

Mas com o flash fotográfico da escuridão faz-se luz, descobre-se o que a ausência de luz oculta.

Assim termina a visita ao labirinto… e resta a saída.

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