Ainda no Marstallmuseum…

No primeiro andar da segunda parte do edifício dedicada ao Museu de Carruagens e Trenós é onde se encontra o Museu da Porcelana Nymphenburg.

É impossível visitar o Museu da Porcelana sem passar antes no rés-do-chão pelas carruagens e trenós, já que só se acede ao mesmo pelo interior do edifício.

Admito que para um museu de uma porcelana tão dispendiosa e nobre, o museu em si é bastante pequeno e nada de extraordinário, ainda mais se comparado com outros que já visitei, nomeadamente o da Porcelana Meissen, outra marca com imenso prestigio e história.

Com isto, não pretendo dizer que não tenha peças interessantes, porque tem, apenas que se trata de uma colecção pequena o que não favorece ou evidencia a importância desta marca de porcelana premium, com sede em Munique, Baviera.

E por falar em sede, a Porzellan Manufaktur Nymphenburg, fica no complexo de edifícios que circundam o Palácio Nymphenburg, pelo que a sua localização não poderia ser melhor.

A vitrina à entrada do Museu, que se encontra logo que se sobem as escadas que dão acesso ao primeiro andar do edifício dos antigos estábulos reais, elucida um pouco acerca das técnicas e metodologias usadas para produzir as peças de porcelana.

A estreita divisão contigua seguinte possui duas vitrinas, uma em frente á outra. Uma com pratos de parede, em cima de cisnes e em baixo de paisagens, a outra sobretudo com estatuetas.

Desta divisão consegue-se espreitar pelo vidro uma sala escurecida, mas preparada para o chá.

Saindo desta divisão, entra-se no salão mais extenso de exposição, e foi uma vitrina com uma peça comemorativa o que primeiro despertou a minha atenção.

Deste salão acedem-se a várias pequenas salas. Na primeira que visitei a temática eram os animais.

Sala com entrada envidraçada permitindo “espreitar” uma mesa sumptuosamente decorada e preparada para servir uma refeição digna de reis  e da nobreza.

O salão principal possui, espalhadas junto às suas paredes, várias vitrinas onde as temáticas são diversificadas.

Na área central do salão, numa vitrina composta de maiores dimensões e duas frentes, são expostas peças muito atractivas onde sobressai o dourado e me transmite a ideia de luxo intocável.

Contigua a esta área central, uma sala parece deslocada em termos de temática, já que se afigura como um prolongamento do Museu no rés-do-chão, dedicado às carruagens trenós e inerentes apetrechos usados nos cavalos.

De regresso ao salão, numa das suas extremidades mais estreitas, umas vitrinas expõe bustos em medalhas.

Num conjunto de pequenas quartos contíguos entre si e o salão, encontram-se mais peças expostas em vitrinas.

Termina desta forma a visita ao Marstallmuseum em Munique, no Palácio de Nymphenburg.

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