Um chá para Alice…

No Museu Calouste Gulbenkian, aquando da minha visita, decorria na Galeria de Exposições Temporárias uma exposição de pintura bastante interessante, sobretudo para alguém que sempre cresceu muito habituada à proximidade do mar, e agora vive longe do mesmo: As Idades do Mar (de 26 de Outubro de 2012 a 27 de Janeiro de 2013) “

“Cento e nove obras realizadas entre o século XVI e o século XX provenientes de cinquenta e uma instituições de dez países constituem o vasto conjunto selecionado para esta mostra que estará patente ao público a partir de 26 de Outubro na Fundação Calouste Gulbenkian.

O projeto da exposição, organizada pelo Museu Calouste Gulbenkian com o apoio do Museu d’Orsay, é suportado por uma sondagem histórica da representação visual do Mar e procura identificar os temas fundadores que levaram à sua extensa e recorrente representação na Pintura Ocidental. Dividida em seis núcleos essenciais, a exposição desenvolverá o conceito que dá título ao projeto em seis secções distintas: «A Idade dos Mitos», «A Idade do Poder», «A Idade do Trabalho», «A Idade das Tormentas», «A Idade Efémera» e «A Idade Infinita».

Van Goyen, Lorrain, Turner, Constable, Friedrich, Courbet, Boudin, Manet, Monet, Signac, Fattori, Sorolla, Klee, De Chirico, Hooper, são alguns dos oitenta e oito autores presentes na exposição com obras de superior qualidade. Também a pintura portuguesa, através de Henrique Pousão, Amadeo de Souza-Cardoso, João Vaz, Maria Helena Vieira da Silva e Menez, entre outros, contribuirá para esta abordagem exaustiva e por vezes inesperada de um motivo tão fascinante” (texto extraído do site do Museu Calouste Gulbenkian, daqui).

Para muita pena minha, não era permitido tirar fotografias à exposição, pelo menos foi essa a mensagem que me transmitiram, quando tirava esta primeira e ultima foto:

Museu Calouste Gulbenkian - exposicao Temporaria - As idades do Mar

No edifício sede da Fundação, pelo contrário, aguardava-me uma agradável surpresa. Uma exposição de entrada livre com o titulo “Um chá para Alice“.

Desde que tinha chegado a Portugal para as ultimas férias natalícias, já tinha entrado várias vezes nas Lojas da Vista Alegre por um motivo muito concreto, apreciar um novo serviço de chá intitulado justamente Tea with Alice. [Acho que só não pensei mais seriamente em compra-lo, consciente que depois não seria verosímil coloca-lo na mala aquando da viagem de regresso à Alemanha.]

Vista Alegre - Tea with Alice_001

Vista Alegre - Tea with Alice_002

Vista Alegre - Tea with Alice_003Vista Alegre - Tea with Alice_004

Vista Alegre - Tea with Alice_005

Vista Alegre - Tea with Alice_006

Sim, eu cresci, mas continuo a deliciar-me com os contos de fantasia e de encantar, e a „Alice no país da Maravilhas „ enquadra-se perfeitamente nessa categoria.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - cartaz informativo

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - mote da exposicao

Na exposição com nome homónimo, não faltam ilustrações, mas também um exemplar do serviço de porcelana.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - servico de porcelana

As paredes do espaço de exposição, possuem frases emblemáticas do conto de Alice.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - frases nas paredes da galeria de exposicao

Um pequeno cenário foi transposto do país das maravilhas.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - um cenario

As ilustrações são adoráveis… mas as fotos que tirei às mesmas estão muito longe de demonstrarem isso.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - ilustracoes 1

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - ilustracoes 2

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - ilustracoes 3

Por esse motivo não resisti a adquirir o livro alusivo à exposição, que é em formato A3 e possui algumas das ilustrações que mais gostei em tamanho real.

Fundacao Calouste Gulbenkian - Chá para Alice - livro da exposicao

Uma exposição que nos permite viajar para outra dimensão, para o país das maravilhas, através das suas ilustrações.

2 thoughts on “Um chá para Alice…

  1. Cara “Turista”

    Ao ler este artigo da “Turista”, chamou-me a atenção as fotos alusivas à Vista Alegre, com “Um Chá para Alice”, em exposição na Gulbenkian.

    Gostei de saber como nasceu este serviço de chá. Obrigada!

    Assumo que sou uma admiradora desta nossa porcelana. Quando vi, pela primeira vez, este amoroso serviço de chá, não resisti à tentação de o comprar.

    Beijinho.

    • Cara Executiva,

      presumo então que somos pelo menos duas, pois como referi também fiquei com vontade de adquirir este serviço de chá.

      Eu aprecio bastante a Vista Alegre, mas admito que cá também fico deslumbrada por colecções de outras marcas de porcelana, e não é para menos, como já referi em outros artigos.

      Beijinho

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