O Visionarium…

O Visionarium é um local óptimo, para a inerente curiosidade das crianças ser despertada para os caminhos da ciência e do conhecimento, afinal trata-se de um museu de ciência interactivo. Integra a Rede Nacional dos Centros de Ciencia Viva existentes em Portugal.

Situa-se em Santa Maria da Feira, numa das extremidades do  extenso parque, pelo qual se pode aceder na outra extremidade, ao Europarque – Centro Cultural e de Congressos.

Visionarium - parque visto do patio exterior do edifício

Nesta ultima estadia em Portugal, num lindo de sol mas ventoso, visitei o Visionarium, na melhor companhia e permiti que o meu três palmos o descobrisse, ao seu ritmo…

Visionarium - exterior do edifício

Antes mesmo de entrar no edifício  perto da porta de acesso, é possível saber qual o Horário de Funcionamento e o Preçário, gravados numa placa transparente.

Visionarium - Horario de Funcionamento e  Precario

Ao entrar no edifício o que primeiro desperta a atenção é o seu átrio circular, predominantemente envidraçado, com a sua cúpula da qual sobressai um enorme e sugestivo lustre.

Visionarium - atrio interior

Depois de adquiridos os bilhetes (e de um porta-haves de uma abelha denominada de bit, porque é alusiva ao tópico informação), começou a aventura da descoberta no Visionarium.

O museu abarca três andares, com áreas subordinadas a diferentes domínios. O esquema seguinte, retirado do site oficial, da visita virtual, ilustra a organização do espaço.

Visionarium - planta do museu

Um teclado musical capaz de reproduzir o som de vários instrumentos dá as boas vindas ao visitante, que o quer logo experimentar.

Visionarium - teclado musical

A primeira área é subordinada ao tema Terra e começa com uma árvore alusiva a Darwin.

Visionarium - arvore de Darwin

Num país dos primeiros descobridores de novos mundos, a exploração da terra por mar, na sua estreita relação com a ciência através, nomeadamente, dos instrumentos de navegação não podia ser descurada.

Visionarium - do mar à ciencia

Visionarium - entre a agua e o ar

Como não havia na altura nenhuma exposição temporária, depois de explorar a terra, a visita continuou no segundo andar.

Ao cimo das escadas rolantes, já no segundo andar o tema Matéria é aquele que acolhe o visitante.

Visionarium - a matéria

Visionarium - tabela periódica

Visionarium - luz

Depois do Tema Matéria, o segundo andar ainda reserva um outro tema, pois é chegada a altura de explorar a odisseia da Vida.

Visionarium - a vida

Depois da vida, subindo ao terceiro andar, é altura de descobrir e explorar o Universo.

Visionarium - o universo

Alem da rica e abrangente exposição, o museu possui um interessante programa de workshops, oficinas e mini-oficinas e aos fins-de-semana o adoro experimentar, onde por exemplo o meu três palmos aprendeu a fazer gulodices saudáveis (gomas e chupa-chupas).

O Visionarium é igualmente um óptimo local para se realizarem interessantes e didácticas festas de aniversário para os mais novos.

Antes de terminar este artigo, convém esclarecer que as imagens ilustrativas de cada uma das áreas temáticas, não são minimamente exaustivas do quanto se pode encontrar neste museu, que é uma odisseia do conhecimento.

Explore um pouco mais pessoalmente, o que o Visionarium tem para oferecer, talvez já no dia Mundial da Criança,  quando este tem um programa especial (1 e 2 de Junho) preparado para surpreender e agradar a miúdos e graúdos.

Bodas de Rubi…

Outro dos pontos altos das férias em Portugal, foi indubitavelmente as muito aguardadas Bodas de Rubi dos meus pais.

Nestas ultimas senti-me particularmente envolvida por vários motivos, alguns bastante óbvios (afinal o evento tinha como actores principais os meus progenitores) e outros nem tanto.

Por exemplo, os meus pais fizeram questão que mesmo à distância participasse na preparação do evento. Por isso contribui com sugestões quanto à ementa apresentada, ao local e à sua decoração, apesar da minha mãe ter uma ideia bem definida do que pretendia nestes três domínios.

A minha mãe pretendia um ambiente, predominantemente, informal e descontraído para o evento e, por isso preferiu que este se realizasse em casa, convidando apenas alguns familiares e amigos.

Mas houve um domínio em que os meus pais me deram total liberdade, digo antes, quase me intimaram e incumbiram de tratar: elaborar o design para os convites, ementas, marcadores e etiquetas para as lembranças.

Claro que o fiz com toda alegria e prazer. Eu escolhi um tema simples, mas que tivesse um significado especial. Tudo se centrou na imagem de uma ampulheta, simbolizando a contagem do tempo e, na tonalidade bourdeaux, já que as Bodas eram de Rubi.

A ampulheta foi estilizada e formada por uma frase alusiva ao evento, e a areia no interior da ampulheta foi substituída por caracteres e palavras, respectivamente simbolizando o tempo que falta passar e o já decorrido.

Bodas de Rubi - design do Tema escolhido

Os meus pais gostaram do resultado final, o que me deixou bastante feliz obviamente.

Depois de todos os preparativos tratados antecipadamente, no dia da comemoração era chegada a altura de desfrutar do mesmo.

No entanto, convém realçar que incumbi a minha querida amiga  do blog Postais e coisas que tais de um pormenor de extrema importância: o bolo comemorativo das Bodas de Rubi. Adorei o resultado final e como surpresa extra ainda nos presenteou com uns  muffins igualmente fantásticos e deliciosos.

Bodas de Rubi - bolo comemorativo

Para brindar durante o evento, os anfitriões usaram uns flutes que eu adoro, dois da Nagel.

Bodas de Rubi - Flutes da Nagel

Na decoração da mesa não faltaram as imprescindíveis flores bourdeaux.

Bodas de Rubi - arranjo floral

Os buffets de entradas e depois das sobremesas foram colocados numa sala adjacente ao salão onde foi servido o prato principal. Na imagem abaixo, na mesa das sobremesas ficaram por fotografar os típicos pães-de-ló de Ovar e o gelado bavaroise de ananás.

Bodas de Rubi - buffet de entradas e de sobremesas

Antes dos convidados chegarem, não resisti a fotografar o salão ainda vazio, onde seria servido o jantar.

Bodas de Rubi - salao de jantar

A comemoracao das Bodas de Rubi dos meus pais decorreu muito bem, e proporcionou momentos muito agradáveis e de confraternização. Serviu igualmente para rever alguns familiares e amigos, bem como ficar a conhecer outros.

E para terminar, como diria a minha mãe, umas bodas de rubi não estariam completas sem uma aliança de rubis, oferecida pelo meu pai, para perpetuar a celebração.

Bodas de Rubi - a alianca

Os meus mais sinceros desejos, para que continuem a não faltar motivos para os meus pais festejarem momentos muito felizes e agradáveis em comum, por muitos muitos muito anos…

Adoro-os e adora-los-ei sempre, por isso é sempre bom presenciar momentos que testemunham a sua felicidade.

Mosteiro da Batalha

Depois de acordar na Batalha e de um pequeno-almoço relaxado, não poderia de forma alguma perder a oportunidade de revisitar o Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha e principal ex-libris da cidade.

Este Mosteiro está inscrito desde 1983 na lista Património Mundial da Humanidade pela UNESCO, sendo uma das 14 propriedades portuguesas que integram esta lista mundial. 

Batalha - Mosteiro da Batalha exterior

Dois placares metálicos no interior da igreja do mosteiro, informam de imediato acerca do horário de abertura, mapa do complexo do edifício definindo as áreas de visita gratuita e paga, bem como fases da sua construção. Paralelamente é fornecido um pequeno resumo histórico que inclui as motivações ligadas à edificação de tão relevante monumento nacional.

Batalha - Mosteiro da Batalha - mapa e informacoes

„O Mosteiro foi fundado por D. João I (1385-1433), em 1386, em agradecimento à Virgem pela vitória na Batalha de Aljubarrota (1385). Atribuído à ordem Dominicana, assumiu-se como símbolo da independência portuguesa legitimando a dinastia de Avis, finda a crise de sucessão ao trono desencadeada pela morte do rei D. Fernando (1383) e pela integração de Portugal nos domínios de Castela. O projecto, de dimensão pouco habitual na arquitectura portuguesa medieval, e de Afonso Domingues (1386-1402). Após a sua morte, sucederam-lhe Huguet (1402-1438) e Martim Vasques (1438-1448).“

Depois de passar pela porta principal de acesso à igreja do Mosteiro, uma das primeiras paragens é no túmulo do arquitecto Mateus Fernandes que se encontra de imediato no chão ao início da nave central.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Tumulo de Mateus Fernandes

A visita à igreja foi bastante constrangida, pois aquando da minha visita à mesma decorria  a celebração de uma missa de comunhão de membros da comunidade, pelo que se exigia respeito, silencio e repouso. Ainda assim ainda consegui apreciar um pouco do seu impressionante interior.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Igreja durante a celebracao da comunhao

À entrada do lado direito, a ladear a entrada para a capela do fundador encontram-se outros dois túmulos dignos de referencia.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Tumulo de Martim Goncalves de Macada

Batalha - Mosteiro da Batalha - Tumulo de Diogo Goncalves TravassosA capela do Fundador encontrava-se fechada e só foi possível visita-la após o termino da missa.

„Construída no segundo quartel do século XV para panteão de D. João I e da Dinastia de Avis, foi projectada pelo arquitecto Huguet. A cobertura piramidal original ruiu com o terramoto de 1755.“

Batalha - Mosteiro da Batalha - Capela do Fundador

À volta do túmulo conjugal, encastrados na parede, do lado sul encontram-se os túmulos dos seus filhos.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Capela do Fundador - tumulos dos filhos de D Joao I

Na parede do lado poente encontram-se os túmulos dos reis D. Afonso V e D. João II, e do filho deste, o infante D. Afonso.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Capela do Fundador - tumulos lado poente

Também depois de terminada a missa pude explorar as capelas colaterais à capela Mor.

Batalha - Mosteiro da Batalha - capelas colaterais à capela Mor da Igreja

Bem como ver de perto a cruz e os vitrais da Capela Mor.

Batalha - Mosteiro da Batalha - a igreja a partir da capela Mor

Como visitei o Mosteiro a um domingo, fui surpreendida quando quis adquirir os bilhetes para visitar as áreas do mosteiro cujo acesso é pago, pois os mesmos foram gratuitos.

Já que a visita às áreas pagas do mosteiro foi feita enquanto ainda decorria a missa, o acesso às mesma foi feito por uma porta lateral exterior à igreja.

Deparei-me de imediato pelo Claustro Real com um jardim central já bastante verdejante.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Claustro Real

Fonte do Claustro Real ou “Lavatório dos frades”.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Claustro Real - Fonte

Perto desta fonte encontra-se o acesso ao antigo refeitório, actual Museu de Oferendas ao Soldado Desconhecido.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Museu de Oferendas ao Soldado Desconhecido

Placares elucidativos, enunciando algumas das personalidades mais consagradas e emblemáticas a nível militar.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Museu de Oferendas ao Soldado Desconhecido - placares

Diversas condecorações entre as quais algumas alemãs.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Museu de Oferendas ao Soldado Desconhecido - insignias

Entre as arcadas que rodeiam o jardim do Claustro real encontra-se a exposição Jardins de Pedra,  obra de Mário Lopes.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Exposicao Jardins de Pedra

A nascente do Claustro Real encontra-se a Sala do Capítulo.

„Concebida por Afonso Domingues, primeiro arquitecto do Mosteiro da batalha, foi concluída por Huguet, entre 1402 e 1438. A construção de uma abobada desta dimensão sem suporte central constituiu um impressionante desafio técnico. A arte requintada de Huguet – representativa do gótico flamejante – testemunha a sua origem catalã  O vitral é datado de 1514 e constitui um grande tríptico dedicado à paixão de Cristo.“

Batalha - Mosteiro da Batalha - Sala do capítulo

Saindo da área do Claustro real, visitei em seguida o Claustro de D. Afonso V.

„Construído durante o reinado de D Afonso V (r. 1438-1481), período em que o arquitecto Fernão de Évora dirigiu as obras do mosteiro (1448-1477). A sua linguagem simples representativa do gótico austero do sul mediterrânico, revela também uma nova vivência da fé cristã.“

Batalha - Mosteiro da Batalha - Claustro de D Afonso V

No corredor do primeiro andar que rodeia este Claustro, encontra-se exposta a antiga máquina do relógio da torre.

Batalha - Mosteiro da Batalha - maquina do relogio da Torre

Alguns pormenores que se podem avistar dos corredores exteriores deste claustro.

Batalha - Mosteiro da Batalha - pormenores avistados do Claustro de D Afonso V

Com acesso pelo exterior do Mosteiro, acede-se lateralmente às Capelas Imperfeitas.

„Mandadas construir por D. Duarte (r. 1433-1438) para seu panteao, foram concebidas por Huguet, continuadas por Mateus Fernandes, a quem se deve o monumental portal de entrada (1509), e por João de Castilho a partir de 1528. O balcão do piso superior, já renascentista (1533), atribuído a Miguel de Arruda, representa a ultima tentativa de D. João III (r. 1521-1557) em concluir as capelas antes do encerramento definitivo da obra.“

Batalha - Mosteiro da Batalha - Capelas imperfeitas - planta de localizacao

Batalha - Mosteiro da Batalha - Capelas imperfeitas

É nestas capelas imperfeitas que apesar de sem cobertura central, se encontram os túmulos do Rei D Duarte, da Rainha D. Leonor de Aragão  do infante D. João filho primogénito de D Afonso V.Batalha - Mosteiro da Batalha - Capelas imperfeitas - Tumulos

Regressando ao interior do mosteiro, o ultimo local visitado foi o dormitório onde se encontra documentação e peças originais do mosteiro.

Batalha - Mosteiro da Batalha - Dormitório

Termino com este artigo com uma imagem do Mosteiro já à distância no momento de despedida da Batalha.

Batalha na despedida

De regresso…

As Férias em Portugal, como sempre aliás, terminaram num ápice. Por mais dias que passe no meu país natal, parecem-me sempre poucos e manifestamente insuficientes…

O casamento a que assisti, realizado na região centro do país, decorreu num dia digno de Verão. Rodeada pelas pessoas mais importantes da minha vida, possuia todos os requisitos necessários para proporcionar momentos maravilhosos e ser um absoluto sucesso e foi tudo isso e muito mais…

Aos recém casados C&J, resta-me uma vez mais agradecer, e desejar uma vida em comum repleta de sentimentos fortes como o amor, a amizade e a compreensão. Que se amem sempre muito. Mais hoje que ontem mas menos que amanhã.

Os noivos, recém-casados, felizes e acolhidos por pétalas de rosa.

Casamento Maio 2013 - os noivos

A decoração, muito bonita e simultaneamente sóbria, combinou na perfeição com o estilo dos noivos. Como apontamento para identificar as mesas, nomes de concertos de musica que os noivos assistiram juntos.

Cálices da colecção Pearls da Ritzenhof, uma marca curiosamente alemã, bastante apreciada pela noiva. Um bolo de noivos romântico e delicioso (com um andar de bolo de chocolate e outro de bolo de frutos do bosque) confeccionado por uns primos do noivo. 

Casamento Maio 2013 - Decoracao

Uma ementa onde tudo estava absolutamente divinal, e foi difícil eleger o que gostei mais.

Casamento Maio 2013 - ementa

Sem dúvida alguma, uma festa muito divertida e animada, onde tudo foi pensado para entreter e proporcionar momentos muito agradáveis aos convidados.

E para terminar, ficar alojada no Hotel Villa Batalha, o hotel onde decorreu o evento, propositadamente escolhido para proporcionar aos convidados o maior conforto e bem estar. Melhor seria impossível.

Um hotel que recomendo sem reservas, para quem procure alojamento na região da Batalha, com muito requinte e próximo da principal atracção turística da cidade.

De férias em Portugal…

As férias passadas em Portugal são sempre particularmente aguardadas, porque são uma oportunidade para rever pessoas importantes na minha vida, sejam elas familiares ou amigos.

São férias onde indiscutivelmente as relações humanas são mais importantes do que a descoberta de novos locais ou a realização de programas culturais, isto é, do que na essência se define por puro turismo…

Mas estas férias em Portugal tem uma motivação ainda mais especial e que as torna únicas. Durante estas férias assistirei ao casamento de duas pessoas importantes na minha vida e ainda participarei nas Bodas de Rubi dos meus pais…

Dois eventos que espero sejam memoráveis e o inicio ou continuação de uniões muito duradouras e imensamente felizes, comigo a poder assistir a isso mesmo.

Casamento e bodas de Rubi

Assim, durante estas minhas férias, o blog também entrará em merecidas férias

Bürgerfest em Regensburg?

Muitas cidades na Alemanha, e em muitos outros países, inclusive em Portugal, as cidades organizam festas populares que decorrem por um período de tempo reduzido em áreas delimitadas dessas cidades, vilas ou mesmo aldeias.

Regensburg, orgulha-se de organizar igualmente uma festa desse género, uma “Bürgerfest”, ou seja, uma festa dos cidadãos, dedicada aos seus cidadãos e a todos quanto decidam visitar a cidade nessa altura e participar na mesma.

A cidade de Regensburg organiza  a sua  festa a cada dois anos que reforca a identidade dos seus cidadãos. Em 1973, foi lançada a ideia pelos amigos da Cidade Velha de Regensburg. O objectivo era aumentar a consciencialização dos seus cidadãos para a sua cidade natal e promover a sua reabilitação. Ao longo dos anos, esta festa tornou-se um grande evento, com uma reputação internacional e um grande número de visitantes. A organização é actualmente da responsabilidade do Departamento Cultural da cidade. Em 1992 a área abrangida pela festa foi estendida à ilha no Danúbio e à corda salva vidas do  Rio Danúbio.

Este ano de 2013 a Bürgerfest decorre entre 21 a 23 Junho.

A festa inclui pequenos palcos espalhados pela área da cidade abrangida, onde a musica se faz ouvir à distancia. Os géneros podem ser vários mas o tradicional tem algum protagonismo.

Regensburg Bürgerfest - pequenos palcos

Não se deixe apanhar desprevenido nem se assuste ao encontrar os Oberpfälzer Schlossteufeln, um grupo de Krampus (criatura mitológica, semelhante a um demónio, que acompanha o São Nicolau durante a época do Natal, e que ao contrário deste que dá presentes às crianças boas, avisa e pune as crianças más) e Perchten.

Regensburg Bürgerfest - Oberpfälzer Schlossteufeln

Não faltam bancos e mesas corridas de madeira, típicas dos “Biergardens”, áreas ao ar livre em que a cerveja, outras bebidas e alimentos locais são servidos, vendidos nas pequenas barraquinhas das redondezas. O difícil é com tanta gente, encontrar espaço livre numa mesa e banco.

Regensburg Bürgerfest - biergarten e palco

Também há um cortejo com bandas de sopro, como a escocesa de gaita de foles,  Grampian Police Pipe Band.

Regensburg Bürgerfest - Grampian Police Pipe Band

Um cortejo com algumas figuras assustadoras procurando representar algo, que confesso não sei bem o quê, mas que me pareceu estar associado à peste e morte, também percorre as ruas da cidade.

Regensburg Bürgerfest - Cortejo da Morte

E como já referido, a festa estende-se até à Ponte de Pedra e às margens do Danúbio.

Regensburg Bürgerfest - nas margens do Danúbio

Num Hotel Palaciano?

Quando visito alguma cidade relativamente perto de Munique, ou a uma distancia que ainda assim permite ir e regressar deixando tempo mais do que suficiente para a visitar, a questão ligada ao alojamento não se coloca.

No entanto, há edifícios aos quais não consigo resistir, e menciona-los torna-se quase um imperativo.

Ao passar pela Maximilianstraße, uma das estradas que constitui o centro histórico da cidade de Regensburg, no numero 28, é impossível não parar para deslumbrar a bonita fachada em estilo neo-rococó, do grande edifício amarelo construído em 1891, um elegante Palácio Bávaro.

Regensburg - Park Hotel Maximillian

Trata-se do Eurostars Park Hotel Maximilian, um hotel de 4 estrelas onde o moderno e o conforto se aliam à elegância clássica de forma perfeita, prometendo uma estadia requintada e inesquecível.

Indiscutivelmente se pretender visitar Regensburg, e procurar um local para a sua estadia por lá, este hotel pode ser uma óptima opção  Mas caso considere os preços elevados e pretenda algo mais acessível, pelo menos durante a sua visita à cidade, faça como eu, passe pela Maximillianstraße, nem que seja apenas para apreciar as fachadas do edificio…

E na Maximilianstraße, no numero 4 encontra-se um café, o Cafe Fürstenhof (Fürstenhof significa corte) existente desde 1911, com uma fachada que também é amarela e bastante interessante. As especialidades são da cozinha alemã.

O edifício partilha actualmente o espaço com uma sapataria no rés-do-chão (Koppenwallner Alfred Schuhhaus).

Regensburg - Café Fürstenhof

.